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De mochila às costas por Banguecoque

'Mochileiros' por Banguecoque
Turista em Banguecoque
Khaosan-street
Bangkok night

Mark Fischer/Visual Hunt

Cada vez que entra no Facebook há, pelo menos, três artigos sobre casais que deixaram os seus trabalhos aborrecidos para percorrer o mundo. A aventura leva-os sempre a Banguecoque...
Não é uma coisa de agora. Sempre houve aventureiros, pessoas que decidiram viver a vida de forma diferente. Pessoas que tomaram a decisão de prescindir da comodidade e da rotina para mergulharem no desconhecido e, simplesmente, viajar... Estudantes que decidem fazer um ano sabático, divorciados ou viúvos à procura de um novo começo, escritores abandonados pelas musas... Loucos, no fim de contas. Agora, com as redes sociais, parece que se multiplicaram ou, quem sabe, o mundo ainda se tornou mais louco. Qualquer que seja a razão, certo é que a Tailândia é sempre um destino atrativo para estes caminhantes... e, principalmente, Banguecoque, a capital ‘mochileira’ por excelência.

Percorrer o sudeste asiático é o sonho de qualquer cidadão do mundo: paisagens selvagens, praias paradisíacas, entardeceres de sonho e culturas extremamente fotogénicas. O paraíso dos ‘bloggers’ e ‘instagramers’ em viagem (e o pesadelo de todos os seus amigos, em casa, claro). A Tailândia, e em concreto Banguecoque, costuma ser o ponto de partida de muitas dessas viagens, porque o seu aeroporto tem muitos voos internacionais, embora essa não seja a única razão.

Para começar, Khao San Road. Se Banguecoque é a capital ‘mochileira’ do mundo, esta rua é o quilómetro zero: é aqui o ponto de encontro dos viajantes que estão de passagem, os jovens ‘backpackers’, que percorrem o mundo com uma mochila às costas. Perto da zona antiga de Banguecoque, sobretudo do Grand Palace, o monumento mais importante da cidade, está este bairro que é, na verdade, uma rua e que já é conhecida como a “zona mochileira”. Pensões, ‘guesthouses’ e bares irlandeses, como o Gulliver’s, enchem-se de estrangeiros em qualquer época do ano. Ainda que seja certo que os preços têm subido nesta zona, por causa da sua (bem merecida) fama, Khao San Road continua a ser o centro nevrálgico onde se reúnem aqueles que procuram partilhar “proezas” ou receber conselhos de outros mais experimentados. Partilhar experiência, fazer amigos... e fazer festa. O álcool é barato e a atividade é frenética: carroças de comida, massagistas oferecendo os seus serviços, em plena rua, e gente, muita gente. Por isso, os que já ali passaram algum tempo recomendam procurar alojamento nas ruas próximas, mais tranquilas e por um preço mais económico, bem como procurar outro lugar para comer pad-thai e outros manjares de rua. Em Khao San não encontrará praias paradisíacas, nem a fotografia artística que procura em Banguecoque. Não encontrará a essência da cultura tailandesa nas suas ruas cheias de ‘farangs’ (ocidentais), que alguns, inclusive, classificam como gueto. Contudo, sim, cruzará com iguais, viajantes, aventureiros... com quem partilhar uma cerveja e historietas, com quem planear a próxima paragem da sua viagem. Pessoas que compreenderão aquilo do “nem todos os que deambulam estão perdidos”.

Todavia, não só em Khao San vivem os ‘mochileiros’ de Banguecoque. Como não poderia deixar de ser, eles não estão quietos! E a capital tailandesa oferece muitos lugares e atividades para todos aqueles que têm sede de conhecer o mundo. A combinação entre beleza patrimonial, como monumentos e templos espalhados por toda a cidade, gastronomia deliciosa, a preços muito acessíveis, centros de meditação budista “autênticos” e, em geral, uma elevada qualidade de vida por muito pouco dinheiro, fazem com que seja o paraíso destes caminhantes que, geralmente, viajam com um orçamento apertadíssimo. A tudo isto junta-se ainda a situação da cidade. Banguecoque é a capital da Tailândia, um país cheios de recantos por explorar, praias onde mergulhar e natureza para se perder. Um país fotogénico. Banguecoque é o lugar de passagem ideal, uma paragem de exceção para recuperar forças e continuar percorrendo o mundo, à procura, não só, dessa fotografia perfeita.

A paragem seguinte da sua viagem

Depois de Banguecoque, há várias outras possibilidades, em função do tipo de aventura que procura. Pode ir para norte, em direção a Chiang Mai, uma joia a nível cultural (com mais de 300 templos budistas) e paisagens, desta vez, sim, ‘de cartão postal’. Ali encontrará montanhas, rios e selva em estado puro.
Outra possibilidade é dirigir-se para sul: para surfar na ilha de Phuket, à festa da Full Moon Party, em Koh Phangan, ou para mergulhar na Koh Tao... ou, simplesmente, aventurar-se seguindo o seu instinto e encontrar uma joia que ninguém ainda tenha descoberto.

Os outros visitantes de Banguecoque

Embora para os que percorrem o Sudeste Asiático seja um lugar de passagem, Banguecoque é o segundo destino internacional mais visitado, com mais de 18 milhões de visitantes por ano. A razão? A diversificação da sua oferta. Banguecoque soube combinar história e modernidade, e, hoje, os templos milenários convivem com centros comerciais futuristas que atraem tanto o turista médio, que procura conhecer a cultura tailandesa, quanto os casais recém casados, que desejam uma viagem exótica (mas cómoda) e o "turismo de compras". A religião budista também atrai outro tipo de turismo, o místico. Um destino perfeito.

Top 5 Hotéis

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Lancaster Bangkok

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The Peninsula Bangkok

03 Agosto 2018, 2 noites, 2 Pessoas, Só Alojamento
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The Okura Prestige Bangkok

30 Julho 2018, 2 noites, 2 Pessoas, Só Alojamento