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O Canal de Manchester: um milagre da engenharia

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O Canal de Manchester, com as suas 36 milhas de comprimento, mudou a sorte da cidade para sempre, convertendo-a na verdadeira capital do norte de Inglaterra.
O clima húmido, perfeito para o tratamento do algodão, permitiu que Manchester se convertesse no lugar de trabalho mais importante do mundo, uma vez que centenas de enormes moinhos de algodão surgiram rapidamente para satisfazer a insaciável procura do Império Britânico. Desde 1870, a população aumentou com a chegada massiva de pessoas em busca de trabalho, os bancos e as companhias de seguros de Londres abriram as suas sedes no norte e as novas tecnologias apoderaram-se das industria química, que administrava as tintas e os detergentes mais recentes para os produtos do algodão.
Apesar de serem os líderes mundiais da industria, os homens de negócios estavam descontentes, uma vez que a 60 quilómetros da costa, não tinham um porto próprio. Apesar dos rios Irwell e Mersey serem navegáveis desde 1730 e de se ter inaugurado em 1830 uma via ferroviária que ligava a cidade ao Mar da Irlanda, tudo continuava a passar obrigatoriamente pelo Porto de Liverpool. O que Manchester precisava era de uma ligação direta ao mar, embora que para tal fosse preciso criar o projeto de engenharia mais audaz que a Grã-Bretanha alguma vez tinha conhecido até então.
A primeira vez que se apresentaram ao Parlamento os planos para a construção do canal, este negou a permissão para tal obra. Como era de esperar, os representantes de Liverpool opuseram-se por causa do receio de que uma ligação daquele tipo para o mar privasse o seu porto de uma considerável fonte de rendimentos. Em todo o caso, sob a liderança de Daniel Adamson, foi aprovada a Lei do Canal de Manchester em maio de 1885, abrindo assim caminho para o mar, sempre e quando a cidade conseguisse financiar a obra por si mesmo. O que se seguiu foi um dos projetos mais ambiciosos e prósperos da história da engenharia civil britânica. A obra começou em novembro de 1887, com cerca de 17 000 trabalhadores que escavaram mais de 40 m3 de terra e rocha, quase totalmente à mão. As condições de trabalho eram muito duras: faleceram centenas de trabalhadores e o canal possuía o seu próprio corpo policial para fazer cumprir as leis. Apesar dos desafios que esta obra supôs, foram apenas precisos sete anos para finalizar a construção do canal, com um custo de 15 milhões de libras, hoje equivaleriam a 1,65 mil milhões.
Quando a Rainha Victoria oficializou a abertura do canal para fins comerciais, Manchester começou a recolher os frutos do seu trabalho. Tal como dizia um anúncio publicado no “Manchester Evening News”: “O porto de Manchester é agora o terceiro porto do reino. Traz cargueiros a vapor do oceano até ao coração da maior área de produção do país”. Manchester ultrapassara os seus rivais com a recente inauguração do porto e convertia deste modo a cidade na terceira cidade da Grã-Bretanha. A importância do canal era tal para a identidade de Manchester que os dois clubes de futebol da cidade fizeram referência a este nos seus emblemas, com um barco que figura acima do diabo vermelho no símbolo do Manchester United e sobre a rosa vermelha no do Manchester City.
E apesar das mudanças que, a partir dos anos 50, se produziram no comércio e na logística internacional suporem que se reduzisse consideravelmente o tráfico do canal, o sentimento e orgulho que inundou a cidade de Manchester perduraram no tempo.

Um sopro de ar fresco no canal

Segundo uma lenda urbana, nos inícios dos anos 90, o canal estava tão poluído que o município proibiu que se fumasse nas margens do rio, uma vez que isso podia provocar o incêndio dos gases inflamáveis que emanavam da água. Atualmente, graças a uma enorme operação de limpeza, o canal voltou a luzir águas claras. Inclusive pode-se pescar no coração da cidade, algo impensável há apenas uns anos.

Um cruzeiro através do tempo

A melhor forma de observar o que a engenharia tornou possível com a construção do Canal de Manchester é através de um passeio pelas águas do canal. Os amantes da história podem subir a bordo de um barco que os levará a conhecer o canal, dos Cais de Salford até Liverpool e, durante as seis horas da travessia, os guias vão contar-lhe a história sobre como o canal mudou para sempre a história de Manchester e do norte de Inglaterra.

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